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Pela banda: Banda curitibana, Punkreas. Sim, sabemos da existência do Punkreas italiano. Mas descobrimos depois de muito tempo, fazer o que? Influências: Rufio, Green Day, Offspring, Rise Against, Millencolin, etc.
Punkreas é:
Ricardo - Baixo e Back Vocals Rodrigo - Bateria Lucas - Guitarra e Gritos João - Vocal Bakker - Guitarra e Back Vocals Cabeça - Empresário/Rodie
Rock Music: Como a banda se formou, e qual é o porque do nome Punkreas? Punkreas: A banda se formou em 2003, com Ricardo, Lucas e Rodrigo. Precisávamos de um outro guitarrista, e então chamamos o Alexandre, e em 2004 veio o João, porque a banda precisava de alguém que realmente cantasse. O nome da banda veio da época que estávamos em Itapema, ínicio de 2003 (do primeiro pro segundo ano do ensino médio) a gente estava conversando pra inventar um nome da banda, e até então, a melhor opção era “The Pillows”, e daí fomos chutando nomes, até que veio “Pâncreas”. Tínhamos elaborado com a grafia normal, mas a irmã de um dos integrantes deu a idéia de fazer “Punkreas”, e ficou assim. Mas no ano passado, descobrimos que existe uma banda italiana com o mesmo nome, e estamos pensando em mudar. É, e eles também descobriram e também querem trocar de nome (risos).
RM: As composições vieram antes ou depois? Como funciona o processo de composição? P: Começamos apenas com cover, e um pouco depois fizemos um cd que era de músicas próprias, ainda meio fraquinho, e que não é mais nosso estilo, pois foi modificado drasticamente com a smudanças de influências e amadurecimento musical. As composições são feitas principalmente pelo Ricardo e pelo Alexandre, e depois nos reunimos e vamos aceitando idéia de todos, modificando e elaborando melhor a música.
RM: De que maneira vocês buscam (e se são vocês que buscam) tocar para o público? P: Temos alguns convites, mas são geralmente de pessoas do nosso círculo de amizades. Possuímos também alguns contatos pra shows. Buscamos sempre por um público cada vez maior.
RM: E o reconhecimento, acontece como e de que jeito apóia vocês? O tempo melhorou as coisas para a banda ou nada evoluiu muito? P: No começo, a gente tocava em churrasco de faculdade, com 3 ou 5 pessoas olhando. Como também já tocamos em muita casa pequena e hoje em dia tocamos em lugares maiores, com bandas de nome no Brasil algumas vezes, abrindo shows. Não tem o reconhecimento, mas já teve uma evolução bem grande daqueles tempos pra cá.
RM: Existe vontade de vocês, para a banda deixar de ser independente? Se caso houvesse mais apoio vocês continuariam sendo independentes? P: Falando de independência, interessante seria um incentivo financeiro para ter gravações melhores e melhores contatos para shows também, mas ao mesmo tempo não toparíamos assinar um contrato que contivesse por exemplo “metas” da gravadora pra fazer um estilo de música daquele ou de outro jeito. Queremos manter o nosso estilo mas lógico que uma ajuda pra crescer a banda no cenário nós gostaríamos de ter.
RM: Como banda independente, quais são as projeções, os projetos? O que vocês têm em mente? P: Temos em mente, mais pro final do ano, uma demo contendo cinco ou seis músicas. As que nós já temos gravadas são antigas, de um estilo que já deixamos de tocar, então, faremos uma demo visando um reconhecimento maior e buscando mais shows, mais público.
Contato:
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