| Review CD: Perpetual Dusk - Supreme Black Victory |
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| Escrito por Luiz Romaniello | |
| 10-Jul-2006 | |
![]() Banda: Perpetual Dusk Álbum: Supreme Black Victory Gravadora: Cogumelo Records Trabalhando desde do ano de 2000 o Perpetual Dusk (que em seus primórdios já teve o nome de Quinto dos Inferno) figura hoje como referência dentro do black metal nacional, após o lançamento de Waiting For The Nightfall que contava com o line up de A.Bergamashi (baixo), T. Azevedo (guitarra), P.Pessoa (teclados) e V.Bergamashi (bateria) o grupo obteve grande aceitação da crítica especializada e do público, após algum tempo T.Azevedo e P.Pessoa deixaram a banda e tivemos a entrada de Christian Leonhardt (guitarra), Rafael Tamietii (guitarra) e Renata Brandi (teclados). Com a formação estabilizada foram realizados vários shows que agradaram o público e foi lançado o segundo cd demo da banda: Incarnated Darkness, um belo cartão de visitar que trouxe uma boa repercussão, a banda se apresentou com grandes nomes do black metal mundial como Dark Funeral, Enthroned, Averse Sefire e Gorgoroth. O Tradicional selo Cogumelo Records encontrava-se sem uma banda de black metal no cast, a boa repercussão do trabalho do Perpetual Dusk atraiu atenção e culminou com o fechamento do contrato para o lançamento do debut da banda. Produzido por Marcos Amorim (guitarrista do Drowned) no DR Studio, gravado entre Janeiro e Março desse ano Supreme Black Victory chega como um dos melhores lançamento nacionais do ano, o design gráfico e layout ficaram por conta do guitarrista Christian Leonhardt que fez um bom trabalho, a capa e a art ficaram por conta de Carina Alok (ex-Agaurez). Após a execução de uma pequena intro temos Forsaken Winds of Diabolical Ecstasy, a segunda faixa, homônima ao título do álbum, Supreme Black Victory se destaca dentro do tracklist do álbum, o estilo apresentado é um Black Metal Sinfônico que consegue reunir brutalidade e melodia, o vocalista/baixista Arthur Bergamashi mostra vocais predominantemente rasgados com alguns guturais e até limpos em momentos que lembram um pouco Borknagar na fase do Empiricism, isso é bem percebido em Beyond The Ethereal Spheres of Nocturnal Domain (que foi regravado da demo Incarnated Darkness de 2003). Em Inside the Shadowy Glass Moon temos um início tranqüilo com rápidas metrancas executadas posteriormente por V. Bergamashi, a qualidade da gravação e mixagem impressiona. Os teclado de Renata Brandi caem muito bem, com bons arranjos e dosando muito bem evitando o exagero que é muito comum nesse estilo. A duplas de guitarristas Christian e Rafael fazem um bom trabalho mostrando riffs diversificados e boa técnica em seus instrumentos. As outras composições Tilled by Traces of Fear, Unhallowed on my Lips, Promised Key of the Unholy Gates of Evil (também do Incarnated Darkness) e The Truth of our Essence soam como verdadeiros hinos e a qualidade apresentada é mantida durante to do o álbum. Supreme Black Victory é um mais um marco dentro do metal mineiro, e com certeza dentro de pouco tempo o trabalho do Perpetual Dusk será reconhecido. Um cd realmente supremo para os fãs de black metal sinfônico. Faixas: 1. Forsaken Winds of Diabolical Ecstasy 2. Supreme Black Victory 3. Beyond the Ethereal Spheres of Nocturnal Domain 4. Inside the Shadowy Glass Moon 5. Tilled by the Traces of Fear 6. Unhallowed on my Lips 7. Promised Key to the Unholy Gates of Evil 8. The Truth of our Essence |
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